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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Por que meus amigos viraram à direita?



Algo me aflige. Como um grande número de familiares, amigos e conhecidos são ou se tornaram representantes da direita?

Mas antes de prosseguir na tentativa de intuir sobre este fenômeno ou fato, é necessário fazer uma afirmação: Eu sou de esquerda! E obviamente que aos olhos dos neo-liberais ou ultraconservadores que iniciaram este texto até este momento a repugnância não terá limites. Se quiserem partir, digo, até logo. Se continuarem, digo, talvez a reflexão seja útil ou divirta.

Porém digo mais: Eu sou esquerda-caviar (ou esquerda-festiva para alguns). Provarei. Neto de um filho de imigrantes portugueses e de uma lavradora de cana analfabeta; por parte de mãe. Neto de um casal de natalenses imigrantes ao Rio de Janeiro; por parte de pai. Avós moradores e pais nascidos e moradores da Baixada Fluminense. Pai e mãe sem o ensino superior ou profissão formal. Viram? Não é óbvio? Esquerda caviar!

Agora vamos falar um pouco de história, Brasil e sociologia. Dentro das tentativas já realizadas por alguns notáveis do pensamento social brasileiro, sempre buscou-se identificar um certo ethos na formação de nossa sociedade, um ponto de convergência que nos identificasse como uma cultura própria, com um caráter distintivo que pudéssemos ao final definir o que é ser brasileiro.

Muitos tentaram. E chegaram a resultados brilhantes e diversificados. Podemos citar entre eles Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Hollanda, Caio Prado Junior, Raymundo Faoro, Florestan Fernandes, Darcy Ribeiro, Roberto DaMatta, entre alguns outros.   

E na imensa humildade de um iniciante na arte do pensar, e depois da leitura de praticamente todos estes autores ao perpassar de minha formação acadêmica e profissional, levanto e aponto uma característica que considero fundamental e presente no escopo histórico e contínuo de formação de nossa sociedade: o conservadorismo.

A multiplicidade de sociabilidades e traços culturais de um povo miscigenado e variado como o brasileiro não permite forjar termo único e definidor de nosso caráter na existência social. Porém menos do que buscar termo fundante, ouso falar de "traço de permanência" na tentativa de entender o que se passa entre os nossos.

Parece-me óbvio que dois elementos são fundamentais para o viés conservador que nos acompanha: Nossa formação católica e nosso colonialismo extremamente centralizador e autoritário. Estes dois elementos conjugam-se de maneira complementar e retroalimentadora. Os dois baseiam-se em um terceiro elemento comum e que serve como "cola" a eles, a submissão à hierarquia. Dentro do escopo religioso a própria estrutura da Igreja Católica Apostólica Romana não deixa dúvidas em relação aos níveis hierárquicos de quem manda e de quem obedece. As mulheres historicamente e contemporaneamente sabem muito bem disso. Homossexuais e outros "grupos" pecadores ainda estão terminantemente excluídos de poderem fazer parte da instituição que detém os rumos da fé católica. Dentro do campo político, a hierarquia na história brasileira se deu de maneira exemplar na relação entre Metrópole e Colônia, e posteriormente com o governo da família imperial portuguesa/brasileira. Esta relação foi pautada no binômio: nós mandamos/vocês obedecem. Qualquer variação deste binômio tinha como resultado a violência e a repressão, obviamente para o lado do "vocês obedecem".  

Mas como a hierarquia pode ser internalizada, compreendida e acionada? Então outro fator torna-se evidente: a distinção. A hierarquia como força quase que inquestionável pode se reproduzir através da distinção social. Não à toa em uma sociedade extremamente hierarquizada em suas origens a escravidão foi força tão "importante" e perene na construção do país e do Estado. É esta distinção histórica que permeia as relações sociais e que desaguam, ontem e hoje, nas assimetrias de gênero, de território, de riqueza material e simbólica, e, obviamente... no racismo.

Porém este é o momento de voltarmos ao tempo e chegarmos ao... agora. A grande questão que me persegue é: como as camadas mais populares ao invés de se insurgirem sobre a imensa desigualdade hierárquica que as oprime simplesmente as... reproduzem? Não há resposta simples. E neste ponto, como esquerdista que afirmei que sou, o mais evidente(?) talvez fosse chamar Marx à me ajudar, mas não. Não o chamarei. Agora invocarei os poderes de Pierre Bourdieu. O pensador francês possui um livro simplesmente chamado "A distinção". Dentro do escopo de toda sua formulação teórica (e neste exato momento imploro o perdão de todos na tentativa de "resumir" Bourdieu) o conceito de habitus é extremamente pertinente na tentativa de compreensão da reprodução dessa distinção.

Para Bourdieu na constituição de um Estado e de uma sociedade produz-se várias formas de capitais. Capital econômico, capital cultural, capital social, são alguns dos "capitais" identificados pelo autor, porém o capital com a capacidade de realizar a distinção social efetiva seria o capital simbólico. Este se daria pela conjunção das narrativas e construções abstratas e materiais das classes dominantes e que detém praticamente todas as posições privilegiadas referentes a todos os tipos de capitais existentes. Obviamente que existem gradações no acesso a estes capitais, a verdadeira elite econômica de um país/nação não se confunde com a classe média, porém os valores e o capital simbólico a serem almejados se realizam pela produção e reprodução das distinções criadas pelos discursos da pequena e exclusiva classe dominante.

Mas e o habitus? Este conceito refletiria o posicionamento social dos indivíduos ou de classes sociais dentro de um certo "mapa" social. Nós somos produzidos e produtores de "estruturas estruturantes estruturadas". Calma... vamos lá! Temos ponto de partida, não saímos do zero, não somos tábuas rasas, páginas em branco, não socialmente falando. A família da qual nascemos, a classe social (renda principalmente) a qual pertencemos ao nascermos nesta determinada família, o nível de escolaridade de nossos pais e parentes mais próximos, a forma como nossos pais enxergam e valorizam símbolos considerados "superiores" em tal sociedade, nossa vizinhança, o local (território) onde nascemos, a religião (ou não) e a visão ético/moral de nossa formação primeira são absolutamente fundamentais para nossa vida presente e futura. Mas estes fatores não agem determinantemente. As individualidades e pertencimentos de classe afetam diretamente os caminhos a seguir. No processo de se tornar adulto, independente e autônomo, os caminhos escolhidos em relação à formação universitária (se o fizer), o trabalho e função que desempenhar, as relações de amizade que estreitar, poderão reafirmar ou modificar uma pré-disposição inicial no mapa social de onde se surgiu. Esta posição não é fixa, apesar das fronteiras delimitadas pelos capitais que dispuser do ponto de partida e durante a "corrida" da vida.

E aí que mora um dado interessante da sociedade brasileira. Somos movidos a distinção. É evidente que em todas as sociedades a distinção social existe, é almejada e, às vezes, necessária. Em quase todos os países e nações a distinção dialogou e travou combate simbiótico com a ideia do coletivo, do bem público. Até mesmo nos EUA, auge do desenvolvimento capitalista de cunho individualista, a ideia de bem público forjou em muitos momentos a construção de uma cidadania em que liberdade e um mínimo de igualdade foram almejados. A percepção de que condições mínimas seriam necessárias para que o tão amado individualismo liberal pudesse aflorar, se fez presente na história norte-americana. Porém no caso brasileiro a distinção age quase como uma patologia social, uma impossibilidade de enxergar o outro como igual, de ver as mesmas origens, apesar das diferenças, no acesso a determinados capitais.

Mas como explicar sem exemplificar? Então vamos ao exemplo mais fácil neste momento. O meu. Como disse anteriormente, sou de uma família pobre da Baixada Fluminense. Mas esta afirmação não explica tudo, porque não é absoluta. Vamos pensar em um mapa?

Dentro do cenário de distinção de uma metrópole como o Rio de Janeiro as coisas ficam um pouco mais simples: família pobre de uma periferia pobre. Porém dentro do contexto da própria Baixada Fluminense as coisas mudam um pouco de figura. Não, minha família não era miserável ou muito pobre, mas considerada, dentro dos padrões sócio-territoriais da Baixada, como classe média baixa ou classe média. Outro fator importante... uma família considerada "branca". Não, não somos arianos, somos mestiços, com as mais variadas tonalidades de cor de pele na família, com mãe morena, irmão moreno, primos negros, primos brancos e loiros. Mas ser considerado "branco" no contexto brasileiro é quase ter 50% de chances a mais de sobreviver às agruras das consequências estruturais de nosso racismo e desigualdade social.

Meu núcleo familiar foi e é politicamente conservador. As histórias que meus pais contam é que meu avô sempre fora "governista" e a criação que minha mãe e meu pai tiveram se pautaram por uma a-politização. Compreensível para quem nasceu em 1954 (ambos têm as mesma idade) e com dez anos de idade passa a viver em uma ditadura, existindo mais de vinte anos em um sangrento, fascista e assassino regime militar. Diante de todo esse cenário considero meu núcleo familiar moderadamente conservador, outras partes da família são muito mais conservadoras... em minha perspectiva.

Mas olhem a surpresa, meu avô era fã de... Leonel de Moura Brizola! Incongruências que nós brasileiros odiamos amar ou amamos odiar? Meus pais votaram nas eleições de 1989 em Lula e no PT nas eleições subsequentes. Como disse acima, não há vetores ou valores absolutos.

Porém o viés conservador tentou me formatar ou forjar. Estudei em uma tradicional escola conservadora, pró-militar, em Nova Iguaçu. Depois fiz cursinho pré-segundo grau em instituição que tem como nome um herói da Marinha e cuja maior "distinção" para seus alunos é passar para escolas... militares. Retruquei. Por alguma razão estava desenhado a mim que este não era o meu caminho. Depois trabalhei como terceirizado na Polícia Federal (trabalho importante e fundamental para mim naquele momento de minha vida e que agradeço eternamente a um primo pela possibilidade), instituição não muito conhecida pelos valores progressistas de seus integrantes, porém neste momento também já cursava minha graduação em... ciências sociais na UFRJ!

Não, não me transformei em um revolucionário marxista da noite para o dia. E nem o sou hoje (apesar de muitos terem essa absoluta certeza). Muito pelo contrário. Minha formação familiar apolítica neste caso se fez presente. Queria distância do movimento estudantil por identificar nele intenções mesquinhas de ganhos individuais através da política (o que não era totalmente uma inverdade). Lula havia ganhado as eleições de 2002 e finalmente a esquerda parecia ter chegado ao poder (apesar da "Carta ao povo brasileiro"). A polarização parecia não ter mais necessidade de estar tão aflorada e ela, de fato, se amainou.

Porém hoje, em pleno 2015, a polarização está de volta, com toda força e força total. O esgotamento do lulismo também evidencia-se. O desgaste do PT, para completar dezesseis anos no poder, também é transparente. E isso traz de volta das penumbras e das alcovas... a direita e o conservadorismo. E o que mudou para mim neste grande espaço de tempo que foi o governo do PT? O que mudou chama-se... Junho de 2013! Neste evento histórico para nosso país, a juventude à qual compartilho teve de fato um exemplo do que é uma mobilização popular de grande magnitude (no impeachment de Collor éramos muito muito jovens, e hoje vejo o circo de horrores daquele momento também), da necessidade urgente de mudanças da representação política em nosso país, da radicalização da democracia em todas as instâncias de nosso Estado, da reinvenção do próprio Estado brasileiro.

E neste momento de importantes mudanças e fricções, o conservadorismo e a direita saem das sombras e mostram suas faces. O meu maior estupor é de onde eles vêm. Não me espanta ver grandes conglomerados de mídia tramando golpes "constitucionais", fazendo campanha para determinados candidatos, escondendo escândalos, elegendo escândalos, criando uma clima de terror generalizado para o cidadão médio. Não me causa espanto os setores mais reacionários das elites e da classe média, classe média que só tem uma intenção na vida, ser uma elite que nunca conseguirão ser.

O desconhecimento e a ignorância também cavalgam juntos. Na verdade há duas formas de ignorância: a de fato e a seletiva. Explicarei. Dei aula de Introdução à Ciência Política no primeiro período do curso de Direito da UFJF (considerado um dos melhores cursos do país). Trabalhamos com Aristóteles, Maquiavel, Hobbes, Locke, Rousseau e... Marx. Quando iniciei o preparo para os textos de Marx, já fui adiantando a tentativa de despolitização dos textos, para depois fazermos o caminho inverso, o da re-politização. Uma parte dos alunos rejeitou de cara a leitura dos textos, por não gostarem de Marx... então a pergunta se fez: "Mas alguém já leu algum texto original do homem?". Resposta: "Não". Esta é uma ignorância de fato. Corroborada pelo universo de pré-noções espelhadas e espalhadas no escopo social. É a lógica do não li e não gostei. Do... ouvi dizer que é ruim.

A ignorância seletiva tem um caráter ainda mais funesto. A pessoa tem formação e informação, pode ter até algum conhecimento de um texto ou conceito, porém decide que não quer saber (o que é absolutamente um direito, não gostar de uma corrente de pensamento ou autor(es)) mas vai além, subverte e deturpa o conteúdo "indesejado". Qual texto considerado de esquerda diz ou revela que a luta pela desigualdade, pelo socialismo ou pelo fim do Estado requer voto de pobreza? Onde isto está escrito? A ideia é radicalizar o acesso à riqueza, não à miséria. Na visão marxista o capitalismo é um processo do desenvolvimento histórico e material da humanidade, trazendo inclusive benefícios tecnológicos e de circulação para as pessoas, apesar da ruína do sistema em um futuro desconhecido. Dica: Quer falar mal do titio Marx? Leia pelo menos UM texto dele. Indico "O Manifesto Comunista", pequena e tranquila leitura... depois pode falar mal o quanto quiser, mas com o mínimo de embasamento literário.

Meu espanto vem de onde menos se poderia esperar, ao ver que as classes populares fornecem material humano pobre e negro para exterminar... pobres e negros. Do que são formadas as PMs do país? O espanto se espanta com pessoas da Baixada Fluminense, de pessoas de origens humildes, como a minha, e que através de esforço coletivo (familiar) e pessoal alcançaram a alcunha de classe média no mapa social e que, infelizmente, parecem, às vezes, odiar seus iguais. Talvez porque a grande maioria de seus "iguais" não tenha alcançado o mesmo status atribuído pela tão propagada "meritocracia" a la brasileira. É este tipo de conservadorismo que causa náuseas, pela capacidade de ainda usar um discurso da desigualdade natural para vivenciar alguns pequenos privilégios alcançados e fundamentados na realização da distinção, por menor e insignificante que esta seja.

No discurso de eleger quem é "esquerda caviar" o cinismo é ainda mais desolador. Pois a luta pela diminuição das desigualdades, segundo a direita, só pode ser realizada do lugar onde esta mesma direita supõe que deveria ser realizada. Só pode defender pobre se você for... pobre. Se você não for considerado pobre e defender pobre, você é automaticamente um hipócrita, um... esquerdista-festivo, ou caviar. Obviamente que nesta posição a direita se auto protege, pois se são classe média (ou a elite do país, segundo eles próprios) então este é evidentemente o lugar ideal para urrarem sobre a meritocracia, sobre os valores estritamente individuais que os levaram a este patamar, e para vomitarem seus ódios e preconceitos contra a maioria pobre e as minorias políticas.

Esta direita de origem popular já foi denominada pela blogosfera de "direita pão-com-ovo" (eu adoro o referido prato por sinal, sem o devido processo de gourmetização). E é justamente esta a direita pautada pelo fenômeno descrito neste texto, pelo fenômeno da distinção social. Ela opera na lógica da diferenciação, na qual "hoje não sou mais o que fui ontem, me distingo dos pobres de minha origem meramente pelo meu desempenho individual, pelo jogo meritocrático da qual me dispus". Ledo engano. Os desempenhos individuais são uma fração dentro da realização do trabalho coletivo. Antes de nos sujeitarmos a concursos e processos de seleção, vivemos e dependemos do trabalho alheio, do trabalho de outras classes sociais. De quem limpa a nossa rua. De quem constrói a nossa escola. Do professor que dá aula às nossas crianças, mesmo que não sejam as "nossas". De quem monta nosso carro. De quem ajuda nossas famílias. De quem produz nossa comida. A ilusão da vitória individualista produz essa direita cheia de ódio do que é coletivo e do que é efetivamente público, expondo a incapacidade de perceber que a vida em sociedade só existe pelo trabalho socialmente produzido e compartilhado, e que ainda assim o uso-fruto de uma vida boa e digna está restrita a uma parcela mínima de nossa população, seja ela esquerda-caviar ou direita pão-com-ovo.

Se hoje tenho boa e confortável vida, ela se dá minimamente por algumas de minhas escolhas e maximizada pelo trabalho coletivo de centenas de anônimos que ajudaram efetivamente para que eu chegasse onde cheguei. O que eu quero? Eu quero que todos tenham a boa e confortável vida que tenho hoje, e tenho a absoluta certeza que agora é a minha vez de ajudá-los.

Não, eu não odeio meus familiares, amigos e colegas de direita. Me esforço cotidianamente a amá-los e sei de suas dificuldades em compreender minhas posições. E por isso que o mundo das palavras e das páginas em branco é um mundo distinto, que se relaciona sim com o mundo real da matéria orgânica e do oxigênio. Então é por isso que me obrigo a estender a mão, a dar abraços calorosos e beijos na bochecha mesmo de quem esteja diametralmente do outro lado do que penso e acredito (exceptuando-se quem ultrapassa os limites da democracia e tangencia o fascismo, com estes, é a ruptura).

E se você chegou até aqui, ao final deste texto, digo que não fico ofendido por ser chamado de esquerda-caviar ("nunca comi, só ouço falar"), mas que prefiro ser, então, xingado de "esquerda-festiva".

Porque em minha luta por mais igualdade e liberdade, prefiro ser associado à festa do que estar filiado ao ódio.


Vinícius Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense.
      

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Vinícius Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Lançou em 2015, pela Editora Kazuá, seu segundo livro de poesias: (in)contidos. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense.

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