(in)contidos - O novo livro de Vinícius Fernandes da Silva do PSQC

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domingo, 30 de março de 2008

sábado, 29 de março de 2008

Para quem se interessar pelo meu projeto de pesquisa e/ou por minhas atividades acadêmicas coloco aqui o link com o resumo de minha dissertação e a página do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da UFRJ.

Lembrando que o título da dissertação é: "Tem espaço na van: Um estudo de caso em uma cooperativa de vans em uma cidade da Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro".

Atualmente sou doutorando em Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da UFRJ (IPPUR) e aprovado para o doutorado em Ciências Sociais na Unicamp.

Mais uma vez reitero que quem tiver dúvidas, questionamentos, quiser o trabalho em .pdf, ou conversar pessoalmente sobre o tema da pesquisa, é só entrar em contato comigo por este blog, email ou pelos comentários.


http://www.ifcs.ufrj.br/~ppgsa/mestrado/mestrado2007_278.htm


Brevemente será postado o link onde se poderá ir diretamente ao texto (arquivo .pdf) de meu trabalho acadêmico.

Besos.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Um conto sobre trilhos


Essa foi meu pai quem me contou.

Lá pelos idos da década de 70, o que mais se ouvia eram as grandes histórias ocorridas nos vagões dos trens que ligavam os subúrbios e a Baixada Fluminense ao centro da cidade do Rio de Janeiro, eram os trens da antiga Rede Ferroviária Federal.

Osmar era um mulato escuro, de cabelos sebosos, engomados com o primo pré-histórico do gel de hoje dia, a goma. Trabalhava na construção civil mas tinha um "quê" de malandro, usava roupas coloridas, e à noite vestia luvas pretas (era fã dos Panteras Negras). Tirava uma brasa nos bailes de black music, com aquelas pretas suadas que faziam passinhos marcados.

A única coisa que irritava Osmar era ter que pegar o trem lotado todos os dias, tão lotado que às vezes só tinha espaço para colocar um pé, se levantasse o outro, perdia o lugar.

- Olha o amendoim torradinho, olha o amendoim torradinho! – gritava o menino.

- Olha o picolé Dragão Chinês! Tem "Sem Nome" também – berrava outro guri.

- Sabe Tião, um dia eu vou ter um Chevettão só para não ter que pegar mais essa porcaria – resmungou Osmar.

- Que isso Osmar, para de reclamar de barriga cheia, fique satisfeito de ter uma condução baratinha pra gente poder chegar ao trabalho...

- Você se contenta com muito pouco – disse Osmar.

- Tu é que é muito metido – retrucou Tião.

- O que eu queria mesmo era poder pegar o trem em Japeri e ir sentado tirando um cochilo até a Central do Brasil.

Osmar pensava consigo: “Que merda de vida”.

Quando Osmar terminou de refletir seu sofrimento, e com o vagão já devidamente lotado, encostou-lhe um sujeito de quase dois metros, ficou coladinho, o homenzarrão era tão grande que sua axila (também conhecida como sovaco) ficou colada ao nariz do pobre do Osmar. E o pior é que o tal sujeito parecia ter tomado um banho de Leite de Rosas e já começava a suar! Para piorar a situação, já calamitosa, a composição ainda se encontrava em Nova Iguaçu, portanto, levaria mais uns 50 minutos para chegar à gari Central do Brasil.

Tião e Osmar trabalhavam juntos em uma obra no Leblon. O primeiro morava em Queimados, o segundo, como já mencionado, residia em Japeri.

- Brother! Eu nem ligo mais em ter carro, já me basta conseguir um diazinho ir sentado de casa até à Central.

- Do que você me chamou Osmar?

- Brother... ah foi mal, isso significa irmão em “ingrês”.

- Ah bom... pensei que estivesse me xingando...

- Esquece!

E pensava: “Que merda de vida”

Ir sentado passou a ser a grande obsessão de Osmar desde então. E cada vez mais os vagões andavam lotados em seus destinos de ida e volta, do lar para o trabalho, do trabalho para casa, carregando aquelas almas cansadas e exaustas, e não bastasse um dia inteiro de trabalho árduo ainda sobrava a odisséia do chegar às suas residências.

Em outra viagem e com seu contínuo e esquizofrênico desejo de se sentar, Osmar fitava todos os bancos à procura de um cantinho em que pudesse se jogar e tirar um cochilo até seu destino final. Estava ficando louco, passou a odiar os homens que cediam seus lugares às mulheres mais idosas, não podia ver uma grávida que já tecia pensamentos para que o rebento em sua barriga nascesse com uma bunda bem grande, já que mãe e o filho, por nascer, lhe roubavam o acento. Tossia intempéries para as crianças que lhe tomavam o lugar onde poderia pousar as costas cansadas.

E sempre pensava: “Que merda de vida”.

Um belo dia, em mais uma fatídica volta para o lar, Tião e Osmar entraram em um vagão, obviamente lotado. Mas nesse dia o trem estava especialmente cheio. Era Dezembro e um forte calor fazia no Rio de Janeiro, o odor de suor misturado com perfume barato fazia com que Osmar se sentisse entorpecido, ainda mais ele, que se zelava tão perfumado e cheiroso.

Porém aquele dia guardava uma surpresa para Osmar. Em uma de suas cotidianas lamentações com seu amigo Tião, Osmar avistou algo que pensou ser uma alucinação. Um lugar vazio tilintava mais a frente, na parte que liga os vagões.

- Cê tá vendo o que eu tô vendo Tião?

- Não? O que é?

- Lá, perto do borrachão, tem um lugar vazio, olha, olha!

- Mais não é que tá mesmo...

- Não acredito, deve ser uma miragem, não pode ser e olha que o trem está muito lotado hoje!

- É mesmo, muito estranho – suspirou Tião.

- É minha chance – disse Osmar – Olha Tião, tem uma mulher já de olho no lugar vazio, ah não, esse é meu!

E como um louco enlouquecido (com toda a força da redundância) Osmar pulou sobre outros passageiros e quase que escalando-os, pisando nas cabeças alheias, empurrando as senhoras, sendo xingado, quase apanhando, no auge de seu surto psicótico, dá um último pulo e grita: - Consegui!

Porém ao acabar de sentar seus glúteos naquele oásis no deserto, Osmar sente algo viscoso em suas nádegas, e quando passa a mão para verificar do que se tratava, vem o golpe fatal. Osmar tinha sentado em um banco sujo de merda, um belo de um côco, um tijolo marrom, uma posta de bosta provavelmente largada por um mendigo que dormira no trem pela madrugada.

Então Osmar foi da Central até Japeri sentado e mais uma vez pensou: “Que... !”

Essa história foi contada ao meu pai por um amigo e que tinha conhecido um colega de Tião, que era amigo de Osmar, e hoje eu conto essa história pra vocês.

Até a próxima.



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terça-feira, 18 de março de 2008

Acordes - Bebeto Castilho

Desde que o PSQC prometeu criar novas seções e diversificar os estilos literários, já foram postados variados tipos de texto. Palavras sobre cinema, livros, pessoalidades, poesias, política e acontecimentos. Mas uma das seções prometidas e que ainda não havia aparecido foi justamente sobre MÚSICA. A secção "Acordes". Não sei ao certo o porquê dessa demora.

Acho que hoje, infelizmente, a música perdeu muito do lugar que já ocupou em minha vida.

Desde a adolescência a música foi um elemento fundamental para a minha formação intelectual e posso até mesmo dizer... moral. A música era a grande motivação que fazia trancar-me no quarto e ficar horas ouvindo as mesmas canções e os mesmos discos (eu ainda ouvia "vinil" quando era bem jovem). Essas horas serviam para as dores-de-cotovelo, para as reflexões
sobre a vida, para os planos do futuro. E se puxar a memória pelos cabelos poderei encaixar vários momentos felizes e tristes que tive em trilhas sonoras pessoais, em "set lists" mentais, assim como nosso protagonista quase esquizofrênico da película "Alta Fidelidade".

A música fez com que aos 20 anos me aventurasse com um amigo e passasse a cantar em bares de Nova Iguaçu, no longínquo ano de 1999. E digo, foi muito bom, foi maravilhoso. Não ganhava dinheiro, não cantava muito bem, mas o prazer de fazer, de estar lá, de arriscar, isso não se perde, fica presente, como uma memória latente e que pode ser resgatada nos momentos de fraqueza, de covardia. A música encorajou-me a estudar sua teoria na Escola de Música Villa-Lobos e de ter alguma erudição de suas histórias, letras e melodias.

Minha casa sempre foi musical, lembro de minha mãe cantando Maria Bethânia, lavando roupa, e eu no carpete, ouvindo e internalizando (mesmo sem saber) o gosto pela música, o gosto pelas canções. Em minha sala, durante muitos anos, não houve televisão (e ainda não há), havia somente um rádio. Primeiramente uma rádio-vitrola, depois os "aparelhos de som", com toca-fitas k7, depois com o CD. Porém hoje não tem mais rádio em minha sala, depois que o aparelho antigo quebrou não foi comprado nenhum outro. Obviamente que o próximo terá que ter MP3 e todos os avanços que forem surgindo, mas outro aspecto mudou...


Atualmente baixamos tudo pela internet, qualquer cantor, qualquer banda, basta aparecer rapidamente na mídia e no dia seguinte está tudo disponível, é só ir lá e baixar. E não venham com a balela de pirataria, eu não vendo ou faço gravações em alta escala para comercialização de músicas em MP3 e vocês também não. As gravadoras que arrumem uma estratégia de nos oferecer formatos exclusivos com preços decentes, já ficaram milionárias às nossas custas e às custas dos artistas.

O que digo é sobre a gana pela procura, pelo que demorava ser descoberto, de "achar" algum artista novo pelo rádio e contar a novidade a seus amigos. A pergunta que lhes faço é: - Vocês ligam o rádio e ouvem 3 canções seguidas de artistas que vocês não conhecem? Dúvido. O rádio virou um lugar comum, um cansativo jogo de cartas marcadas, não precisa de jabá, basta a obviedade. Não consigo mais ligar o rádio e ter que ouvir exatamente as mesmíssimas coisas. Então o que nos resta é a internet. Mas juro para vocês, não é a mesma coisa. Não fornece o mesmo prazer. Uma coisa é ligar o rádio, sentar no sofá e viajar. Outra coisa é ligar o computador, clicar no Winamp, ficar vendo 500 páginas e quando se dá conta, o álbum terminou e você não ouviu, percebeu, viajou, amou, refletiu, riu, chorou, não fez nada, absolutamente nada com aquelas canções, sejam boas ou não.


Não sou purista, nem saudosista, quem acompanha o PSQC já pode perceber isso, não gosto desses chatos que vivem falando que no "tempo deles era muito melhor", minha posição está clara em textos como o "Gerações", dêem uma olhada. Mas tenho que admitir que o mundo musical popular está em transformação, com mudanças que sinceramente não sei se são para melhor ou pior. Só sei que, hoje, digo a todos que morro de saudades de me trancar em meu quarto e ouvir aquele velhos vinis arranhados de minha adolescência.

E depois desse desabafo musical, vamos aos álbuns que têm feito minha cabeça ultimamente. O primeiro deles é esse:



Amendoeira - Bebeto Castilho

Biscoito Fino (2006)

Produtores: Kassin e Marcelo Camelo





Amendoeira é um álbum raro. Raro por sua beleza e raro por contar um músico pouco conhecido do grande público. Bebeto Castilho foi um dos integrantes do antigo grupo Tamba Trio, onde tocava baixo elétrico e flauta. O Tamba Trio foi um dos mais importantes grupos da fase bossa nova de nosso cenário musical, na década de 1960. Sua música era carregada de tons jazzísticos onde uma bossa nova instrumental de alta qualidade era elaborada por grandes músicos, um deles, Bebeto Castilho.

Bebeto é tio-avô do popular e aclamado cantor e compositor da banda Los Hermanos (?), Marcelo Camelo. E foi o sobrinho-neto, conjuntamente com Kassin (também produtor dos Hermanos), que trouxe e encontrou o ponto exato para o re-surgimento do
flautista e baixista. Bebeto Castilho tem uma voz pequena, de curto alcançe, uma voz de músico, de um músico que canta, e a influência do trompetista americano Chet Baker é clara em seu canto.

O álbum é preciso, enxuto, bem arranjado, com harmonias bem elaboradas e muito bem tocado. Além de parcerias que asseguram um contraponto interessante à voz sem grandes variações de Bebeto.

O álbum nos brinda com uma série de sambas, temos A Vizinha do Lado (Dorival Caymmi)
, Sabiá da Mangueira (Bendito Lacerda / Erastófenes Frazão), Ora Ora (Almany Greco / Eduardo Gomes Filho) e Infidelidade (Ataulfo Alves / Américo Seixas). Sambas históricos, singelos e com melodias redondas e belas, delicadamente cantados por Castilho. Na humilde opinião do PSQC temos uma das faixas mais bonitas já produzidas nos últimos tempos na música brasileira, Beijo Partido (Durval Ferreira / Regina Werneck). Com participação de Nina Becker (Orquestra Imperial) esta canção tem tratamento orquestral irretocável, com belo contraponto entre a voz doce de Nina e a aspereza experiente de Bebeto.

Seguimos com a bela Amendoeira de Camelo e Minha Palhoça
(J. Cascata), esta última com participação do veterano baterista Wilson das Neves. Porta do Cinema (Luiz Souza) é uma composição do irmão de Bebeto, avô de Camelo e já falecido, canção com letra esperta e boa melodia, com particiapção nos vocais de Marcelo Camelo. Pode Ser? (Geraldo Pereira / Marino Pinto) também conta com participação especial, nesse caso de Thalma de Freitas. Cabelos Cor de Prata (Silvio Caldas / Rogaciano Leite) e Gazela (Arlette Neves / Bebeto Castilho) completam o belo álbum com canções que falam da vida dos que chegam a uma fase mais experiente, assim como já feito por Zé Ketti. Porque Somos Iguais (Durval Ferreira / Pedro Camargo) fecha o trabalho com um tema instrumental, revelando que o Tamba Trio ainda corre vivo nas veias do velho novo músico.

Essa redescoberta de Bebeto é um belo achado da Biscoito Fino e que deve ser desfrutado por aqueles que têm mais alta estima pela música popular brasileira, sejam eles nascidos a poucos ou muitos anos atrás.

Boas canções!


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domingo, 16 de março de 2008

Já Amou?

Já Amou?

“E aí?? Já encontrou o amor da sua vida?
Encontrou! Então me apresente à irmã dela.”




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sábado, 15 de março de 2008

Prosa com João

Olhe meu novo irmão,
não diga que não.
A rima é boa sim,
é só prestar atenção.

Olhe para seu feijão,
pois comida não tem pra
todo mundo não!
Esta serve para nós por fim
fazer samba!
E esperar uma nova canção.

Olhe para o céu, João!
E pare de achar que
a vida é um mundo cão.
Nossas lágrimas, então, irão
varrer este mundo.
E tentarão dizer para onde
vai a sua direção.

Mas que tentativa em vão.
O mundo não é nosso.
O mundo é de todo mundo.
E por que não temos o perdão?

É sim, João! É o fim da poesia, é o fim da alegria,
é o fim da fantasia... mas quem sabe não é o
fim da solidão?

Vamos embora, João! E chame José, Pedro, Lóssio
e Raimundo para levarmos esse mundo, para sempre,
nessa quase oração.

Não, isto não é
um sermão.
É só a teimosia e a
cortesia de quem tem
um novo quinhão.

Adeus, João! Vou deitar-me agora.
E sonhar o sonho de uma vida
de alegrias e de eternas companhias
nesse mundo...
sem razão.


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segunda-feira, 10 de março de 2008

Pagando pra ver

Parece que brevemente o mundo,
pelos menos o mundo chamado Brasil,
será habitado somente por advogados.

Não porque o querem ser.
Mas sim pela luta da fatídica palavra: estabilidade.
Maldita estabilidade!

Viva a aventura do prazer e da vocação.
Viva os palhaços, os poetas, os artistas,
os mambembes, os professores, os pintores,
os pedreiros...os românticos.
Vivam.

Mas... já é final do mês e minha conta tá no vermelho.



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quinta-feira, 6 de março de 2008

Confissão: Não consigo ouvir a música "Pai", do Fábio Junior, sem sentir vontade de chorar. Ainda agora ouvi esta canção no videokê do bar em frente de casa e me contive para não me derramar em lágrimas...

E isso é muito sério e verdadeiro.


Besos.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Ah! insustentável leveza de ser






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Com_versa







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Poema perdedor do concurso "Agora é com vocês" do Portal Literal, de não sei quanto tempo atrás. A tarefa era completar um trecho de um texto de um grande autor, neste caso, o autor escolhido foi o Ferreira Gullar.

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Obvious Lounge: Palavras, Películas e Cidades

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Agora também estamos no incrível espaço de cultura colaborativa que é a Obvious. Lá faremos nossas digressões sobre literatura, cinema e a vida nas cidades. Ficaram curiosos? É só clicar na imagem e vocês irão direto para lá!

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O autor

Vinícius Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Lançou em 2015, pela Editora Kazuá, seu segundo livro de poesias: (in)contidos. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense.

O CULPADO OCUPANDO-SE DAS PALAVRAS

Contato

O email do blog: vinicius.fsilva@gmail.com

O PASSADO TAMBÉM MERECE SER (RE)LIDO

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