domingo, 30 de agosto de 2015
Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional na Roda Cultural da Praça de Heliópolis - Belford Roxo (28/08/15)
sábado, 29 de agosto de 2015
O PSQC e Vinícius Silva estarão no juri e em mesa literária do FestCineAmazônia 2015
http://www.cineamazonia.com/
Nossa participação também está no site do Colégio Pedro II
sábado, 22 de agosto de 2015
Um olhar sobre a redução da maioridade penal
Originalmente publicado no Palavras, Películas e Cidades, outro espaço virtual que temos na Plataforma Obvious. Não deixe de clicar no link e também conhecê-lo.
Vinícius Fernandes da Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense. Atualmente é coordenador do Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional.
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
contante
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PELÍCULA
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segunda-feira, 10 de agosto de 2015
O Palavras Sobre Qualquer Coisa e o Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional estarão no evento Caleidoscópio, dia 15/08/15
Caleidoscópio...
Pois é, aquele negócio em forma de tubo com vidrinhos coloridos em seu interior, que quando a gente olha lá dentro tem uma explosão de formas.
E o que somos, senão pedaços de algo maior, que vistos juntos formamos uma bela imagem? Somos pessoas diferentes com uma mesma ideia: transformar o mundo num lugar bem melhor. Mais bonito, entende?
Caleidoscópio é um encontro de diversos sujeitos em prol de um bem comum: a VALORIZAÇÃO DA VIDA.
A segunda edição do evento terá como tema a campanha Jovem Negro Vivo, lançada pela Anistia Internacional, que busca quebrar a indiferença de setores da sociedade que parecem não se escandalizar com o índice alarmante de homicídios de jovens negros no Brasil; e mobilizar e empoderar sujeitos diretamente afetados pela violência letal a buscar alternativas de valorização, manutenção e melhora na qualidade das próprias VIDAS.
Interessados em contribuir com ações/intervenções podem entrar em contato:
contato@hullebrasil.com.br
(21)9.6563-0554
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
HERÓI
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sexta-feira, 31 de julho de 2015
RELIGIÃO
neurose
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Cama vazia / Água e fogo / Território, por Helenia Martinez
Cama vazia
Se tudo passa tudo se inicia
Guerra, cama vazia
O mundo anda tão ocupado
Preocupado e cansado
Com medo do fim
Medo da estrela
Do gelo tão frio
Quando corações
Não existem mais emoções
Nem razões de sobrevivência
A futilidade está dando audiência
A musica não é mais arte
Nem mesmo sei o motivo
De tudo isso
Por qual razão chorar sem emoção
O mundo anda cada vez mais quente
E as pessoas mais frias
O mundo anda tão frio
E as pessoas mais vazias
Será que alguém tem ao menos
Uma breve explicação
O amor virou comércio
Sem garantia de duração
Codinome extração
De tudo o que temos
O que temos então?
Viva o futebol!
A morte virou apenas
Falta de sorte
Uma falta “normal”
De saúde pública?
Ou Homeopatia...
Água e fogo
Você queima
E eu afogo
Mas nós dois matamos
E morremos de amor
Cada passo descompasso
Meu coração parece
Que abrigou um tambor
Eu te afogo
Você me esquenta até me evaporar
Eu refresco e mato a cede
Você queima e incendeia
Somos opostos
Você é um elemento quente
O despertar do calor
Eu sou fresca
Nasci em uma pequena nascente
E você me evaporou
Mas eu renasci como chuva
E te apaguei
Você renasceu em um fósforo
Ciclo vicioso...
Somos amantes somos inimigos
Somos apenas diferentes elementos
Causamos diferentes brilhos
Caro fogo amigo.
Território
A inercia dessa cidade
Me enlouquece
Não sai do lugar
Esse estranho lugar
Onde nada há
Me perco pensando
Às duas
E um estranho silêncio
Cala casas e ruas
Então penso
Imagino
Como se pensado
Eu pudesse
Fazer falar o mundo
Quero fugir desse lugar
Afogado na falta de progresso
Parado, chato e velho.
Que tédio, é sempre tudo igual
E a maioria das vezes, nada legal
Nada cultural
Quando não é um marasmo sufocante
Está tocando funk.
À noite, frio
De dia, febre
Cada passo me deixa
Mais impaciente
E cada dia menos inocente
Cada dia aumenta o grau da lente
E o modelo do óculos
Fica mais caro
E o pouco que a cidade cresce
Fica tudo congestionado
Circulam carros e carros
Velhos, batidos, importados
E quebrados
O progresso real
Ficou enterrado em algum lugar
Do ingênuo passado.
Helenia Martinez é jovem, muito jovem. Moradora de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, seu sangue ferve e faz ebulição nas palavras que derrama. Sangue mestiço, forjado de hemácias italianas, brasileiras e africanas. E é do espanto da mistura, da aflição e da incompreensão deste mosaico de terra em que vivemos, que Helenia repousa sua jovem pena a rabiscar a poesia que lhe corre pelas veias e nervos. O futuro deveria estar agradecido por esta menina ser a poeta que irá ser. Evoé.
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terça-feira, 21 de julho de 2015
Oiticicando
MANEQUIM
segunda-feira, 22 de junho de 2015
a menina que não gostava de viados, por Léo Rossetti
Conheci Léo Rossetti pelas andanças literárias na Baixada Fluminense. É meu colega de território, tendo como sede de vida e atuação a cidade de Duque de Caxias. Sua postura política, seu lirismo poético e seu belo livro "Cores de um Poeta Inverso" me chamaram a atenção. Inclusive tive a honra de ter sido convidado para participar da mesa de seu lançamento.
Aluno B (para o professor): Professor, a Aluna A não gosta de viado! - disse o estudante com a expectativa de que o mestre repreendesse sua colega. O professor ignora.
(...)
Aluno B (novamente para o professor): Professor, a Aluna A não gosta de viado! - bradou o aluno, enquanto o professor, em pensamento, confirmava a sua suspeita: a suposição de que o aluno pretendia, tão somente, expor a sexualidade do professor em sala de aula, na esperança de que o docente tomasse partido da causa gay e, dessa forma, revelasse seu lado fúcsia. O professor ignora.
(...)
Aluno B: É sim! Professor, o senhor não é gay?
Professor: Sim.
Aluna C: Não, tô falando do dever... - disfarçou a menina, estupefata, enquanto despencava de seu corpo aquele orifício, que resolveu se juntar ao do mestre, no chão da sala de aula, para também desfrutarem de seus minutos de fofoca.
Aluno B: Professor, a Aluna A tem preconceito com viado!
Aluna A: É que eu tenho preconceito com viado, eu tenho.
Professor: Que bom, né? Pelo menos você reconheceu que tem. O primeiro passo pra acabar com o preconceito é reconhecer que ele existe.
Aluna A: Mas eu não gosto nem de viado e nem de macumbeiro!
Professor: Então você vai ter que começar a não gostar de mim também...
Aluna A: Por que, professor?
Professor: Porque eu sou muito mais viado do que todos eles juntos.
Aluna A: Tá bom, professor, eu não tenho preconceito com viado não, só com macumbeiro.
Aluna D: Nada a ver, eu sou macumbeira e não é por isso que eu vou fazer macumba pra você!
Professor: Minha filha, você não tem que ter preconceito nem com viado, nem com macumbeiro, nem com preto, nem com branco, nem com verde, nem com ninguém. As pessoas são o que são, e elas são tão dignas quanto você.
Aluna A: Mas é que eu tenho medo de macumba...
Professor: Ahhhhh... então não é “você não gosta”, é “você tem medo”!
Aluna E: Ih, gente, cada um com a sua religião! Eu hein...
Aluna A: Obrigada, professor!
Professor: Aluna A, mudei de ideia.
Aluna A: Não, professor, por favor!
Professor: Mudei, sim!
Aluna A: Desculpa, professor, desculpa! – redimia-se a pobrezinha.
Professor: Agora você vai ser a última! Vai ficar comigo até mais tarde.
Aluna A: Por que? – perguntou indignada.
Professor: Porque você precisa conviver mais com viados.
Você também pode entrar na fanpage do Facebook do Poeta Inverso, é só clicar aqui:
https://www.facebook.com/CoresDeUmPoetaInverso
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quarta-feira, 17 de junho de 2015
Imagens do Ciclo de Debates sobre a Redução da Maioridade Penal e a Campanha Jovem Negro Vivo no CEFET- Itaguaí
terça-feira, 16 de junho de 2015
O PSQC e o Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional na Festa Literária de Caxias 2015
Mesa Direitos Humanos na Baixada Fluminense com Vinícius Fernandes da Silva, José Claudio Souza Alves e Afrânio de Oliveira.
Mesa Autores Virtuais, com mediação de Vinícius Silva do PSQC (eu sou o baixinho barbudo).
O público da mesa!
Obvious Lounge: Palavras, Películas e Cidades
(in)contidos - O novo livro de Vinícius Fernandes da Silva do PSQC
Palavras Sobre Qualquer Coisa - O livro!
O autor
Vinícius Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Lançou em 2015, pela Editora Kazuá, seu segundo livro de poesias: (in)contidos. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense.
O CULPADO OCUPANDO-SE DAS PALAVRAS
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