(in)contidos - O novo livro de Vinícius Fernandes da Silva do PSQC

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sábado, 29 de agosto de 2015

O PSQC e Vinícius Silva estarão no juri e em mesa literária do FestCineAmazônia 2015







É com um prazer indescritível que anunciamos para nossos leitores e amigos que eu Vinícius Silva e o Palavras Sobre Qualquer Coisa estaremos no corpo do juri da mostra competitiva do FestCineAmazônia 2015 e também na mesa "É de poesia que o mundo precisa", entre o período de 6 a 10 de Outubro em Porto Velho/ Rondônia.

Estaremos representando a poesia e a literatura da Baixada Fluminense e das periferias metropolitanas do país, além do conhecimento acadêmico construído em mais de 15 anos de estudos e pesquisas sociológicas e urbanas, desenvolvidos e aplicados em instituições como UFRJ, IPPUR/UFRJ, ISER, Instituto Promundo, escolas estaduais do Rio de Janeiro, Faculdade de Duque de Caxias, Universidade Federal de Juiz de Fora e, atualmente, Colégio Pedro II. 

As INSCRIÇÕES para a mostra competitiva estão abertas até SETEMBRO! Quer saber mais sobre este incrível evento?


 Acesse o site do Festival!

http://www.cineamazonia.com/



Nossa participação também está no site do Colégio Pedro II



Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

sábado, 22 de agosto de 2015

Um olhar sobre a redução da maioridade penal







Originalmente publicado no Palavras, Películas e Cidades, outro espaço virtual que temos na Plataforma Obvious. Não deixe de clicar no link e também conhecê-lo.


Este texto foi uma apresentação que realizei em um debate sobre a redução da maioridade penal em um colégio de ensino básico no Rio de Janeiro, no dia 25 de Maio de 2015.


Começo esta apresentação com uma dúvida fundamental de qual abordagem utilizar para tratarmos sobre a questão da maioridade penal. Então desde já fica clara a complexidade de tal tema e a dificuldade do próprio debate.

Então pensei no contexto e no local onde este debate se realiza. Temos aqui um auditório com estudantes que se preparam para a vida adulta e para futuras carreiras. Alguns dos estudantes aqui presentes estão, neste exato momento, aprendendo sobre o contexto e a realidade social por algumas disciplinas como: história, geografia, filosofia e sociologia.

No meu caso, como professor de sociologia do ensino básico, fundamental e médio do Colégio Pedro II, mas também com experiência de docência no ensino superior público e privado no campo das ciências sociais, refleti sobre a forma pela qual poderia dar minha contribuição para vocês e para a atual discussão que mexe com tantas paixões, através de um olhar da curiosidade sociológica e de alguns apontamentos que minha experiência e conhecimento me permitem fazer.

Primeiramente é importante ressaltar que o problema da criminalidade juvenil não é nova no cenário nacional. Ela é persistente e na verdade coexiste com o grande problema social gerado pela desigualdade que atinge historicamente o país. De alguma maneira a “delinquência juvenil” que hoje está em debate na opinião pública brasileira refere-se quase que exclusivamente à criminalidade juvenil de uma população pobre ou miserável, no ponto de vista econômico, quase sempre moradora de favelas, comunidades, guetos e, em sua grande maioria, habitante das ruas das cidades. Condutas consideradas desviantes na juventude também podem ser observadas em jovens da classe média e da elite econômica, através do tráfico de drogas, assaltos, violência de gênero (agressões a mulheres que resistem à cantadas/convites sexuais; espancamento e assassinato de namoradas, espancamento de pessoas de grupos sociais de menor hierarquia social, etc.), violência contra minorias (o espancamento de homossexuais e travestis em espaços públicos e privados, agressões a nordestinos, índios, etc.). Porém este tipo de desvio não parece estar no mote da discussão atual da redução da maioridade penal. Então uma primeira pergunta neste momento pode ser realizada:

Estamos falando de TODOS os crimes relacionados à juventude ou somente de crimes relacionados a uma PARCELA da juventude?

No debate contemporâneo sobre a criminalidade juvenil no país, alguns momentos são marcantes e que reacenderam esta discussão. Lembremos de dois casos emblemáticos: o sequestro do ônibus 174 (2000) e o assassinato do menino João Hélio (2007). Estes dois exemplos nos remetem como a violência praticada por jovens nos causam quase que um impacto imediato e profundo.

O caso de Sandro Nascimento, que praticou o sequestro do ônibus 174 e que terminou com um duplo assassinato, o de Geísa Gonçalves e do próprio Sandro, enforcado dentro de uma viatura policial, reflete de maneira contundente a forma pela qual a sociedade brasileira lida historicamente com a juventude pobre. Sandro foi um dos sobreviventes da Chacina da Candelária (1993). Evento em que oito adolescentes e crianças, que moravam nas ruas do Centro da cidade do Rio de Janeiro, foram assassinadas por um grupo de extermínio formado por policiais militares. Após escapar da morte em 1993, Sandro continuou vivendo nas ruas até repetir a mesma violência que sofreu, no ano 2000, sendo algoz e vítima.

Porém como prometi falar do olhar sociológico, então algumas outras perguntas necessitam ser realizadas neste exato momento. Vamos a elas:

Em que momento específico o tema da redução da maioridade penal retorna com vigor à sociedade brasileira no contexto atual? Quem enseja este debate? Quem o reverbera? Quem são os atores envolvidos? E talvez o mais importante: Qual é a relação entre o sentimento/percepção social de violência e os dados/informações da realidade da violência?

A sociologia traz como objeto principal de sua observação uma interpretação sobre o que classicamente chamamos de fato social. Porém não basta somente explicitar os dados e informações “reais” ou “factuais” da sociedade, mas sua função também é buscar a compreensão dos sentimentos difundidos e sentidos pelos diferentes grupos sociais em relação a esses dados ou em relação à como estes dados são interpretados, percebidos, compreendidos e internalizados socialmente.

De fato o debate sobre a redução da maioridade penal volta à tona no cenário político e midiático brasileiro quando a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça de Cidadania) da Câmara dos Deputados aprovou por 43 votos a 17 a admissibilidade de votação da PEC (Projeto de Emenda Constitucional) 171/93, que tem entre seus artigos a premissa da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

Portanto é importante ressaltar que este tema volta ao centro do debate público após as acirradas eleições gerais de 2014, em que ocorreu grande polarização política e a renovação do Poder Legislativo para o quadriênio 2015-2018 foi considerada a mais conservadora politicamente desde 1964.

Devemos considerar que grande parte dos representantes de determinadas bancadas e partidos no Congresso atua de acordo com um pensamento político com perspectivas mais punitivas e encarceradoras no que tange o tema da violência urbana. Algumas dessas bancadas que tiveram, em média, um aumento de 30% no número de seus representantes, são conhecidas e denominadas como: “bancada evangélica”, “bancada da bala” (formada geralmente por policiais, agentes de segurança, militares, representantes de empresas armamentistas, etc.), “bancada do agronegócio”, “bancada patronal”, etc. Alguns destes representantes políticos navegam entre outras bancadas e também não possuem convergências absolutas sobre determinados temas, mas geralmente encontram coesão quando votam em bloco.

A partir da aprovação da admissibilidade temos um segundo momento. É quando a mídia passa a repercutir o tema através das vinculações impressas, televisivas, radiofônicas e pela internet.

É uma tarefa muito difícil e árdua poder afirmar as confluências de todos os meios de comunicação que atuam no Brasil, assim como é tarefa dos cientistas da comunicação mapear e analisar o comportamento de conteúdo e forma das empresas de mídia. Mas é com certa segurança que afirmo que grande parte da mídia, comumente denominada de mídia tradicional, incorporou a defesa difusa e semiótica da redução da maioridade penal. Seja por editorais explícitos, seja por uma abordagem mais indireta e subliminar que deixa clara a opção favorável à redução.

Sabemos sobre a alta concentração da propriedade dos meios de comunicação do país e que estão nas mãos de pequenos grupos familiares e corporativos, e o ainda imenso poder de geração de demandas na opinião pública que estas empresas possuem, apesar da migração exponencial de audiência para a comunicação e jornalismo via internet.

De outra forma muitos veículos e meios considerados “alternativos”, como blogs e alguns sites jornalísticos, se colocam claramente contra a redução, assim como ONG’s nacionais e internacionais, além de instituições religiosas, políticas e movimentos sociais. De qualquer forma a condução da opinião pública é extremamente norteada pelos noticiários televisivos em tevês abertas, e que ainda possuem grande alcance popular. Já as camadas das classes médias e elite econômica, em sua grande maioria, consomem jornais e revistas também produzidos pela mídia corporativa.

Então já temos a partir de agora, com um panorama mais atual, as duas convergências, política e midiática, para a compreensão das causas do recrudescimento do tema da redução da maioridade penal na opinião pública.

A próxima e última pergunta desta apresentação se dá da seguinte forma: Quais dados e informações temos em relação à violência de menores de 18 anos no Brasil?

“Até junho de 2011, o Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL), do Conselho Nacional de Justiça, registrou ocorrências de mais de 90 mil adolescentes. Desses, cerca de 30 mil cumprem medidas socioeducativas. O número, embora seja considerável, corresponde a 0,5% da população jovem do Brasil, que conta com 21 milhões de meninos e meninas entre 12 e 18 anos” (18 razões para a não redução da maioridade penal: https://18razoes.wordpress.com. Acessado em 24/05/2015 às 19:15).

As crianças e adolescentes são mais vítimas do que algozes em números absolutos e relativos em relação à violência no Brasil. Entre 1981 e 2010 tivemos 176 mil assassinatos de jovens e adolescentes. Em 2010 foram assassinados 8.686 adolescentes no país, que corresponde a 24 homicídios por dia. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde, do sistema ONU) o Brasil é o 4° no ranking de assassinatos de jovens no mundo entre 92 países pesquisados.

“(...) No período compreendido entre os anos de 1980 e 2012 a população teve um crescimento em torno de 61%, as mortes matadas por arma de fogo cresceram 387%, mas entre os jovens esse percentual foi superior a 460%. Em outras palavras, mais jovens morrem por armas de fogo, apesar da redução inicial provocada pela aprovação do Estatuto do Desarmamento. E a gravidade se torna ainda maior quando se sabe que, em sua maioria, são os jovens negros as vítimas dessa escalada” (VALESAN, Salete. IN: Mapa da Violência 2015, WAISElFIZS, Julio Jacobo. Disponível em: http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2015/mapaViolencia2015.pdf. Acessado em 24/05/15 às 19:51).

Porém estes dados, que apresentam de maneira irrefutável que os adolescentes e jovens brasileiros são mais vítimas do que atores da violência letal no país, principalmente dependendo de sua condição socioeconômica e cor da pele, não resolve a percepção coletiva de que a violência urbana cresce e que a letalidade de certos crimes cometidos por menores de idade também se torna maior.

Não poderia deixar de mencionar o caso que chocou a opinião pública, principalmente por sua brutalidade, que foi o assassinato do médico Jaime Gold na Lagoa, na cidade do Rio de Janeiro (19/05/15). É óbvio que a violência urbana é um desafio constante para quem vive nas grandes regiões metropolitanas brasileiras. O Rio de Janeiro possui uma complexa estrutura de manchas de criminalidade que se deslocam de acordo com as ações de órgãos de segurança pública do Estado. Com o advento das UPP’s vemos o deslocamento destas manchas de determinadas regiões a outras. Porém os crimes de furto, assalto e latrocínio em algumas regiões da metrópole também sofrem mudanças e deslocamentos. É possível e provável que algumas manchas deste tipo de criminalidade tenham aumentado em determinadas regiões ou bairros do Rio de Janeiro, mas como comprovado nos números descritos acima, nem por isso a proposta de redução da maioridade penal se aproxima em resolver as reais causas e motivos da grande violência urbana. Muito pelo contrário, caso seja aprovada levará um contingente enorme de jovens para o falido sistema prisional brasileiro, que ao invés de realizar um processo de reintegração social de seus presos, os torna ainda mais perigosos e desintegrados do convívio social.

Destaco o ponto de partida, pois assim como a vida e suas nuances, inícios e fins são quase sempre cíclicos. Mais uma vez ressaltando o choque da opinião pública com o assassinato a facadas do médico na Lagoa, provavelmente cometido por um “menor”, mas ao mesmo tempo também aponto para a cobertura midiática de outros dois assassinatos ocorridos no mesmo dia, para ser mais exato na Ilha do Governador, local onde estamos agora, mais precisamente na Favela do Dendê, onde duas pessoas, um adolescente e um jovem adulto foram assassinados pela polícia com características, segundo o relato de familiares e vizinhos, de execução sumária.

Chamo a atenção para a cobertura midiática dos dois casos, e que analisem as intenções e nuances dadas emblematicamente aos três assassinatos. E como algumas empresas jornalísticas atendem aos “mercados” consumidores de acordo com diferentes estratégias, mas quase que prioritariamente seguido a mesma linha editorial, que neste caso é claramente FAVORÁVEL à redução da maioridade penal.

Por fim descrevo alguns trechos da fala do Secretário de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, a mais de oito anos à frente da pasta:

“É lamentável, ou seja, mais do que lamentável, é inadmissível o que aconteceu ontem na Lagoa Rodrigo de Freitas (...) um lugar frequentado por toda a população do Rio de Janeiro, por todos os turistas que vêm ao Rio de Janeiro. (...) Um lugar como a Lagoa Rodrigo de Freitas não pode ser um local em que ocorra este tipo de atitude (...)” (Youtube – Canal Segurança RJ: https://www.youtube.com/watch?v=YG-CdJuBw8U. Acessado em 24/05/15 às 20:58).

Em relação aos assassinatos no Morro do Dendê na Ilha do Governador, não houve vídeo gravado pelo secretário no Canal Segurança RJ no Youtube.

Obrigado.

Vinícius Fernandes da Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense. Atualmente é coordenador do Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional.


Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

contante




contante


O músico é um matemático do lírico









Vinícius Fernandes da Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense. Atualmente é coordenador do Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional.


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PELÍCULA






a vida é um grande plano-sequência
mas e o sonho?
é filme surrealista











Vinícius Fernandes da Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense. Atualmente é coordenador do Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional.


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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

O Palavras Sobre Qualquer Coisa e o Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional estarão no evento Caleidoscópio, dia 15/08/15















Caleidoscópio... 
Pois é, aquele negócio em forma de tubo com vidrinhos coloridos em seu interior, que quando a gente olha lá dentro tem uma explosão de formas. 

E o que somos, senão pedaços de algo maior, que vistos juntos formamos uma bela imagem? Somos pessoas diferentes com uma mesma ideia: transformar o mundo num lugar bem melhor. Mais bonito, entende? 

Caleidoscópio é um encontro de diversos sujeitos em prol de um bem comum: a VALORIZAÇÃO DA VIDA.

A segunda edição do evento terá como tema a campanha Jovem Negro Vivo, lançada pela Anistia Internacional, que busca quebrar a indiferença de setores da sociedade que parecem não se escandalizar com o índice alarmante de homicídios de jovens negros no Brasil; e mobilizar e empoderar sujeitos diretamente afetados pela violência letal a buscar alternativas de valorização, manutenção e melhora na qualidade das próprias VIDAS. 

Interessados em contribuir com ações/intervenções podem entrar em contato: 
contato@hullebrasil.com.br 
(21)9.6563-0554




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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

HERÓI








Ser mártir só é bom pra quem não morre












Vinícius Fernandes da Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense. Atualmente é coordenador do Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional.


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sexta-feira, 31 de julho de 2015

RELIGIÃO








Podem até dizer que eu sou ingênuo,
Mas pelo menos nunca poderei ser acusado de não ter experimentado.














Vinícius Fernandes da Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense. Atualmente é coordenador do Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional.

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neurose







minha casa é bagunçada,
pelo menos eu sou feliz












Vinícius Fernandes da Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense. Atualmente é coordenador do Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional.

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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Cama vazia / Água e fogo / Território, por Helenia Martinez


Cama vazia

Se tudo passa tudo se inicia
Guerra, cama vazia
O mundo anda tão ocupado
Preocupado e cansado
Com medo do fim
Medo da estrela
Do gelo tão frio
Quando corações
Não existem mais emoções
Nem razões de sobrevivência
A futilidade está dando audiência
A musica não é mais arte
Nem mesmo sei o motivo
De tudo isso
Por qual razão chorar sem emoção
O mundo anda cada vez mais quente
E as pessoas mais frias
O mundo anda tão frio
E as pessoas mais vazias
Será que alguém tem ao menos
Uma breve explicação
O amor virou comércio
Sem garantia de duração
Codinome extração
De tudo o que temos
O que temos então?
Viva o futebol!
A morte virou apenas
Falta de sorte
Uma falta “normal”
De saúde pública?
Ou Homeopatia...



Água e fogo

Você queima
E eu afogo
Mas nós dois matamos
E morremos de amor

Cada passo descompasso
Meu coração parece
Que abrigou um tambor

Eu te afogo
Você me esquenta até me evaporar
Eu refresco e mato a cede
Você queima e incendeia

Somos opostos
Você é um elemento quente
O despertar do calor
Eu sou fresca
Nasci em uma pequena nascente
E você me evaporou
Mas eu renasci como chuva
E te apaguei
Você renasceu em um fósforo
Ciclo vicioso...

Somos amantes somos inimigos
Somos apenas diferentes elementos
Causamos diferentes brilhos
Caro fogo amigo.



Território

A inercia dessa cidade
Me enlouquece
Não sai do lugar
Esse estranho lugar
Onde nada há
Me perco pensando
Às duas
E um estranho silêncio
Cala casas e ruas
Então penso
Imagino
Como se pensado
Eu pudesse
Fazer falar o mundo
Quero fugir desse lugar
Afogado na falta de progresso
Parado, chato e velho.

Que tédio, é sempre tudo igual
E a maioria das vezes, nada legal
Nada cultural
Quando não é um marasmo sufocante
Está tocando funk.

À noite, frio
De dia, febre
Cada passo me deixa
Mais impaciente
E cada dia menos inocente
Cada dia aumenta o grau da lente
E o modelo do óculos
Fica mais caro
E o pouco que a cidade cresce
Fica tudo congestionado
Circulam carros e carros
Velhos, batidos, importados
E quebrados
O progresso real
Ficou enterrado em algum lugar
Do ingênuo passado.



Helenia Martinez é jovem, muito jovem. Moradora de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, seu sangue ferve e faz ebulição nas palavras que derrama. Sangue mestiço, forjado de hemácias italianas, brasileiras e africanas. E é do espanto da mistura, da aflição e da incompreensão deste mosaico de terra em que vivemos, que Helenia repousa sua jovem pena a rabiscar a poesia que lhe corre pelas veias e nervos. O futuro deveria estar agradecido por esta menina ser a poeta que irá ser. Evoé.





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terça-feira, 21 de julho de 2015

Oiticicando





Seja periferia
Seja herói










Vinícius Fernandes da Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense. Atualmente é coordenador do Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional.


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MANEQUIM








O Brasil é o país em que vidraças valem mais do que pessoas.











Vinícius Fernandes da Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense. Atualmente é coordenador do Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional.


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segunda-feira, 22 de junho de 2015

a menina que não gostava de viados, por Léo Rossetti


Conheci Léo Rossetti pelas andanças literárias na Baixada Fluminense. É meu colega de território, tendo como sede de vida e atuação a cidade de Duque de Caxias. Sua postura política, seu lirismo poético e seu belo livro "Cores de um Poeta Inverso" me chamaram a atenção. Inclusive tive a honra de ter sido convidado para participar da mesa de seu lançamento.

Então neste momento apresentamos um texto cheio de humor, ironia e posicionamento político e humano. Absolutamente oportuno para o momento que vivemos em nosso país.


Esse texto faz parte de um conjunto de relatos do professor Léo Rossetti a respeito do cotidiano de uma sala-de-aula, chamado “Crônicas de um professor à beira de um ataque de nervos”. As historietas são publicadas esporadicamente no Facebook, sem a preocupação de que os relatos digam respeito necessária e integralmente à sua própria experiência docente. A literatura não prevê a garantia da realidade. A imaginação e a suposição sobre a realidade dos fatos narrados ficam por conta do leitor, o que torna a literatura mais rica e mais interessante.

Escola pública em Duque de Caxias. Em sala de aula, um professor de história, gay, bem-resolvido, militante, e seus alunos de uma turma de 6º ano. A chatice da aula dá margem para assuntos mais interessantes e discussões mais animadoras.
Aluna A (para o Aluno B): Seu viado!
Aluno B (para o professor): Professor, a Aluna A não gosta de viado! - disse o estudante com a expectativa de que o mestre repreendesse sua colega. O professor ignora.
(...)
Aluno B (novamente para o professor): Professor, a Aluna A não gosta de viado! - bradou o aluno, enquanto o professor, em pensamento, confirmava a sua suspeita: a suposição de que o aluno pretendia, tão somente, expor a sexualidade do professor em sala de aula, na esperança de que o docente tomasse partido da causa gay e, dessa forma, revelasse seu lado fúcsia. O professor ignora.
(...)
Ao fundo da sala, ouvem-se sussurros. Uma aluna convoca a presença do professor a fim de esclarecer uma demanda adolescente. O tema era que o tal Aluno B estava perturbando o juízo da Aluna C, que desdenhava da investida deste, ignorando-o com certo ar de superioridade, mas com riso nos lábios. O professor pensa, obviamente, em uma tentativa de aproximação xavequeira do garoto. Besteira! Um par de amigos que discutia sobre a vida particular da menina. Mas o professor não sabia e pressupunha o prévio romance.
Professor: Se for para ficar de papo paralelo na minha aula, avisa com antecedência, que eu ajudo nos preparativos do casório, mas quero ser o padrinho, viu?
Aluna C: Sai fora, professor! Eu gosto de menina.
Enquanto o professor tenta recuperar seu cu, que caiu da bunda e rolou pela sala no instante mesmo que a menina revelou sua preferência sexual, o par de amigos tornou a divagar sobre qualquer coisa mais interessante que um ânus rolante.
Aluna C: [sussurros]
Aluno B: É sim! Professor, o senhor não é gay?
Professor: Sim.
Aluna C: Não, tô falando do dever... - disfarçou a menina, estupefata, enquanto despencava de seu corpo aquele orifício, que resolveu se juntar ao do mestre, no chão da sala de aula, para também desfrutarem de seus minutos de fofoca.
(...)
Aluna A: (para o Aluno B) Cala a boca, seu viado!
Aluno B: Professor, a Aluna A tem preconceito com viado!
E, finalmente, o professor intervém.
Professor: Aluna A, é a terceira vez que você chama seu colega de viado, como se isso fosse um xingamento.
Aluna A: É que eu tenho preconceito com viado, eu tenho.
Professor: Que bom, né? Pelo menos você reconheceu que tem. O primeiro passo pra acabar com o preconceito é reconhecer que ele existe.
Aluna A: Mas eu não gosto nem de viado e nem de macumbeiro!
Professor: Então você vai ter que começar a não gostar de mim também...
Aluna A: Por que, professor?
Professor: Porque eu sou muito mais viado do que todos eles juntos.
Aluna A: Tá bom, professor, eu não tenho preconceito com viado não, só com macumbeiro.
Aluna D: Nada a ver, eu sou macumbeira e não é por isso que eu vou fazer macumba pra você!
Professor: Minha filha, você não tem que ter preconceito nem com viado, nem com macumbeiro, nem com preto, nem com branco, nem com verde, nem com ninguém. As pessoas são o que são, e elas são tão dignas quanto você.
Aluna A: Mas é que eu tenho medo de macumba...
Professor: Ahhhhh... então não é “você não gosta”, é “você tem medo”!
Aluna E: Ih, gente, cada um com a sua religião! Eu hein...
(…)
Aproximando-se do final da aula, o professor convoca cada estudante para checar – no sentido de conferir, mesmo, pois passar cheque, sem a presença do cu, seria impossível naquele contexto – o cumprimento das tarefas propostas por ele aos seus alunos e alunas. Para sua surpresa, não é que a aluna que não tinha mais preconceito com viados mas que não gostava de macumbeiros foi a primeira a terminar a atividade?!
Professor: Aluna A, você foi a primeira a acabar, será a primeira a ser liberada hoje.
Aluna A: Obrigada, professor!
E uma nova discussão surgiu na sala de aula, cujo resultado implicou numa bolinha de papel que atingiu a menina que não tinha mais preconceito com viados mas que não gostava de macumbeiros.
Aluna A: Pára, seu viado!  – retrucou a menina, em alta voz.
Professor: Aluna A, mudei de ideia.
Aluna A: Não, professor, por favor!
Professor: Mudei, sim!
Aluna A: Desculpa, professor, desculpa! – redimia-se a pobrezinha.
Professor: Agora você vai ser a última! Vai ficar comigo até mais tarde.
Aluna A: Por que? – perguntou indignada.
Professor: Porque você precisa conviver mais com viados.


*Nota: Esse texto foi adaptado e ampliado para publicação no PSQC.

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Você também pode entrar na fanpage do Facebook do Poeta Inverso, é só clicar aqui:
https://www.facebook.com/CoresDeUmPoetaInverso


Léo Rossetti é professor de história da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro e da rede municipal do município de Belford Roxo. Militante dos direitos humanos, tem se dedicado especialmente ao debate sobre os direitos das minorias na educação. Especialista em História do Brasil e em Gênero e Sexualidade e mestrando em Ensino de História (UERJ), é também ator e poeta. Assinou a coautoria do livro Crônicas cariocas e ensino de história (2008), publicado pela FAPERJ/7 Letras. Também escreveu Cores de um poeta inverso (2012), coletânea de poesias autorais publicada pela Metanoia Editora. Em parceria com outros autores, revelou-se escritor de contos eróticos gays através da obra Censurado: sexo, taras e fetiches, publicada pela Lado B Edições em 2013. Atualmente mantém o blog “Profissão História” e a página homônima deste blog no Facebook. Last but not least, gay.


Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

terça-feira, 16 de junho de 2015

O PSQC e o Grupo Baixada Fluminense da Anistia Internacional na Festa Literária de Caxias 2015


Mesa Direitos Humanos na Baixada Fluminense com Vinícius Fernandes da Silva, José Claudio Souza Alves e Afrânio de Oliveira.





































Mesa Autores Virtuais, com mediação de Vinícius Silva do PSQC (eu sou o baixinho barbudo).







O público da mesa!


























Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Obvious Lounge: Palavras, Películas e Cidades

Obvious Lounge: Palavras, Películas e Cidades
Agora também estamos no incrível espaço de cultura colaborativa que é a Obvious. Lá faremos nossas digressões sobre literatura, cinema e a vida nas cidades. Ficaram curiosos? É só clicar na imagem e vocês irão direto para lá!

(in)contidos - O novo livro de Vinícius Fernandes da Silva do PSQC

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Saiba como adquirir o mais novo livro de Vinícius Silva clicando nesta imagem

Palavras Sobre Qualquer Coisa - O livro!

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Para efetuar a compra do livro no site da Multifoco, é só clicar na imagem! Ou para comprar comigo, com uma linda dedicatória, é só me escrever um email, que está aqui no blog. Besos.

O autor

Vinícius Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Lançou em 2015, pela Editora Kazuá, seu segundo livro de poesias: (in)contidos. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense.

O CULPADO OCUPANDO-SE DAS PALAVRAS

Contato

O email do blog: vinicius.fsilva@gmail.com

O PASSADO TAMBÉM MERECE SER (RE)LIDO

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