(in)contidos - O novo livro de Vinícius Fernandes da Silva do PSQC

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Livro "Palavras Sobre Qualquer Coisa" é finalista do Prêmio Baixada 2012


É com muita alegria que informo a vocês que o Palavras Sobre Qualquer Coisa, o livro, é um dos finalistas do Prêmio Baixada 2012.

A entrega do prêmio, ou da menção honrosa, será realizada no dia 23 de Agosto no município de Guapimirim.

Gostaria de dividir com todos os leitores e amigos essa grande notícia.

Obrigado.
Besos.





Relação dos Finalistas e indicados ao Prêmio Baixada 2012 
ou Menção Honrosa
CATEGORIA
NOME
MUNICÍPIO
Artesanato
Stela Marcia Lopes
Guapimirim
Artes Cênicas / Dança
Iran do Nascimento Ribeiro
Nova Iguaçu
Artes Cênicas / Teatro
Grupo Cultural Cochicho na Coxia
Mesquita
Artes Cênicas / Teatro
Cenáculo Cia. Teatral
São João de Meriti
Artes Plásticas
Deneir de Souza Martins
Magé
Artes Plásticas / Escultura
José  Hermínio  da  Silva  Pereira
Guapimirim
Artes Plásticas
Amaury Santana
Duque  de Caxias
Artes Populares
Írio Ferreira Lima Jr.
Guapimirim
Cidadania
Associação Cultural Nascente Pequena
Guapimirim
Ciência
Otair Fernandes de Oliveira
Nova Iguaçu
Comunicação / Falada
Mary Monteiro
Mesquita
Comunicação / Televisada
Reinaldo Luis de Almeida Ozzolins
Guapimirim
Comunicação / Escrita
GEMTE - Grupo de Estudos em Marketing, Tecnologia e Ecologia
Nova Iguaçu
Educação
Marize Conceição de Jesus
Nova Iguaçu
Educação
Escola  Kreutz Ferreira
Nova Iguaçu
História
Divino de Oliveira
Duque de Caxias
Imagem / Fotografia
Paulo Roberto dos Santos
Nova Iguaçu
Imagem / Cinema
José Ricardo dos Santos Rodrigues
São João de Meriti
Literatura
Francisco Evandro de Oliveira (Farick)
Belford Roxo
Literatura
Fernanda Fernandes de Meireles
Nova Iguaçu
Literatura
Vinícius Fernandes da Silva
Mesquita
Meio Ambiente
APA Guapimirim
Gapimirim
Música
AMC - Associação do Movimento dos Compositores da Baixada Fluminense
São João de Meriti
Música
Bruna dos Santos Souto
Guapimirim
Música
Orquestra Som da Serra
Guapimirim
Produção Cultural
Projeto F.A.M.A.
Nova Iguaçu
Produção Cultural
Núcleo C3 - Cristãos Católicos em Comunicação
Duque de Caxias








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segunda-feira, 11 de junho de 2012

sexta-feira, 25 de maio de 2012

EUSOTÉRICO

Quero ascender.
Acender a lanterna.
A luz interna.
Sair do poço.
Tentar permanecer moço.

Quero fugir da mesmice.
Das amarras.
Encontrar o divino.
Superar o destino.
Desviar do impasse.

Quero vencer o sono.
Matar o sono.
Dormir o preciso.
Sair da insônia.
Embebedar a noite.

Quero brindar o Sol.
Ser apresentado a ele.
Comê-lo.
Acordar o dia.
Lamber a tarde.

Quero as letras.
As palavras.
As idéias.
As películas.
As viagens.

Quero lembrar a Lua.
Não esquecer da escuridão.
Agradecer seus ensinamentos.
Vistá-la de vez em quando.
Saber que dores e amores vivem juntos.

Quero rememorar meus mortos.
Retornar a eles.
Conversar com eles.
Pedir seus conselhos.
E não esquecer de enterrá-los novamente.

Quero germinar a vida.
Soltar meus grãos.
Fazer crescer os galhos.
Gerar os frutos.
Cuidar para que sejam felizes e saudáveis.

Quero inventar o futuro.
Destruir o mundo.
Reinventar o mundo.
Fazer mudar tudo.
Revigorar o justo.

Quero.

Viver.
Viver.
Viver.
Morrer.
E descansar.



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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Lá!

Estarei lá quando os últimos raios de Sol se forem.
Estarei lá quando a escuridão da noite se fizer presente.
Estarei lá quando as películas mais desconhecidas, ou as mais populares, fizerem projetar.
Estarei lá quando os Besouros cantarem "Hello Goodbye".
Estarei lá quando a insônia te chamar, e não conseguir na hora acordar.
Sim, estarei lá.
Não estarei lá quando o galo cantar.
Não, não estarei.
Estarei lá quando a saudade apertar e aquele riso de canto de boca, tímido, quiser dar.
Estarei lá se precisar de um abraço amigo, verdadeiro e fraterno.
Estarei lá quando minha mãe chamar, e meu pai, e meu irmão e meu sobrinho.
Estarei lá quando a criança chorar.
Quando meu amor quiser dançar.
Estarei lá, sim.
E quando não mais estiver, bastará uma lembrança para que eu volte, sempre e sempre, e te
Possa sussurrar: -Estarei aí... contigo!


(Para Michael)



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quarta-feira, 28 de março de 2012

A caminhada


O passo era firme, frequente. A caminhada diária recomeçava mais uma vez. Mais um dia. Um novo dia. Mas aqueles passos eram especiais, eram os últimos. Mesmo sem saber, caminhava os passos firmes da convicção serena de ter feito as boas escolhas, de ter sido bom pai, boa pessoa.

Os pensamentos vinham como a poeira carregada pelo vento. A cada esquina dobrada, pensava: 

"Acho que fiz tudo certo, meus filhos casados, criados, bem formados! Meus netos lindos e felizes. Uma esposa que me ama, apesar dos meus erros e defeitos...".

A caminhada continuava, pé-pós-pé, calcanhares velozes, transpiração pulsando. E assim como as pernas, os flashes velozes diziam "é... foi um trabalho bem feito!".  

E de repente. Susto. Susto. O coração para. O coração parou e a escuridão se fez... O tempo passou, a poeira voou, outras pernas dobraram as esquinas e seus olhos enxergaram outra vez. Valeu a pena, sim, e como valeu, e se pudesse caminhar, novamente, andaria os mesmos caminhos. Mas hoje não caminha mais, porque voa, voa e viaja aos mesmos passos firmes e vicejantes, assim como antes, a nos visitar de vez em quando e a dizer: 

"Vamos caminhar gente! Vamos todos, pois agora é com vocês. Vamos!".
  


                                                                                                                    Para meu Tio Mazinho.


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quinta-feira, 8 de março de 2012

Pequeno pai


Hoje meu padrinho foi sepultado. Sua morte ocorreu ontem, devido a um coração frágil que o perseguia faz alguns anos. Isso seria uma notícia comum, comum no dia-a-dia da corrida cidade, onde pessoas morrem todos os dias, sem sabermos os nomes, as idades, as doenças, as histórias. Pais, irmãos, filhos, mães, avós… padrinhos.

E o que o fazia tão especial, além do fato dele ser o MEU padrinho? Esta pessoa não era da minha família, não tinha laços consangüíneos comigo ou com meus pais. Foi “escolhido” para ser meu “pequeno pai” (padre + inho) pelos laços de amizade construídos com meu velho quando os dois iam trabalhar juntos, tomando o trem dos sucateados trilhos da Central. Não à toa. Os trens possuem um grande significado em minha história, mas isso é papo para um outro texto.

O que o fez e o faz especial foi o amor intenso e sincero que ele me deu desde minha tenra idade. Nunca me senti um afilhado para meu padrinho, sempre me senti um “pequeno filho”. Sei do amor irrestrito de meus pais por mim e meu irmão, mas amor de pai e mãe é sempre marcado pela obrigação da educação, das regras e de uma certa rigidez. Não. Ele não precisava ser assim comigo, e não foi.

Meu pequeno pai sempre me disse as coisas mais belas que já pude ouvir na vida. Coisas que nunca escutei de ninguém, e que ele sussurrava em meu ouvido quando me abraçava, depois de tascado um beijo em minha bochecha. Meu padrinho era um homem pequeno, de baixa estatura, era mais baixo do que eu, o que é realmente uma grande proeza. Mas como era gostoso de abraçar, de beijar, além de ser cheiroso. Acho que foi com meu padrinho que aprendi a abraçar, cheio, com vontade, sem vergonha se estava abraçando um homem ou não. Ele sempre me abraçou sem pudores, me tascava um beijo no rosto e eu adorava. Sua pequenez era só em sua altura, ou falta dela. É um grande homem, grande. Não sei que tempo verbal mais usar.

E quais palavras ele falava para mim? Não posso reproduzir todas, não teríamos espaço nem tempo, eram muitas! Mas posso descrever algumas dessas palavras que ecoam neste momento em meus ouvidos e em minha memória ferida. “Bendito o dia que teu pai me deu a honra de ser seu padrinho”, “Meu filho, você é uma benção em minha vida”, “Eu sou mais feliz por saber que eu tenho um afilhado como você”.

O que mais me dói não é achar se ele sofreu muito ou pouco. Sei efetivamente que ele estava cansado, seu corpo estava cansado, sei disso, sentia isso em sua voz nos últimos dias. Ele queria vida, queria a vida, mas nem sempre nossa máquina humana responde à altura nossos desejos.

Minha verdadeira dor, agora, neste exato momento, é saber que não terei mais aquele abraço, aquele beijo na bochecha, aquelas palavras. Pelo menos não agora. Não hoje. Não mais. E com toda a minha mesquinhez e arrogância, o que eu queria era o poder divinal para abraçá-lo mais uma vez, pela última vez, dá-lhe um beijo e dizer: “Eu te amo!”. Mas não posso, não mais.

E o que realmente desejo registrar e que talvez nunca tenha dito como deveria ter feito um dia, é:

“Meu padrinho, meu amigo, é com muito orgulho e amor que te afirmo que você é uma benção na minha vida e que te agradeço pelo homem que você é, e que me ajudou a ser na minha luta cotidiana para ser uma pessoa melhor, uma pessoa…. como você! Obrigado meu padrinho, meu amigo! Obrigado por ter estado em minha vida por todos esses anos com seu amor e seu carinho”.

E o nome desse príncipe, desse gentil pequeno homem só poderia ser um. O nome que traz a sensação da grandeza, que nele simplesmente soava como educação e gentileza, externado no homem amoroso e sensível que ele sempre foi e é, para sempre.

Cesar, seu nome é Cesar.

Obrigado e saudades, seu afilhado, seu pequeno filho.






Vinícius Fernandes da Silva.

07/03/2012.





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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Safe

A Polícia arrombou a minha porta e eu cor-ri! 
Senhoras e senhores todo mundo no chão! 
Senhoras e senhores chute com um pé só! 
Senhoras e senhores uma torturadinha
E vá pro fundo da COVA! 




*Meu respeito ao trabalho de Patrícia Acioli, in memoriam.



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domingo, 23 de outubro de 2011

Lançamento do livro: "Palavras Sobre Qualquer Coisa" na Baixada Fluminense!

Lançamento do meu primeiro livro, o Palavras Sobre Qualquer Coisa na Baixada Fluminense! Será no dia 10/12 (sábado), às 18:30, no Centro Cultural Espírita, na Avenida Manoel Duarte, 713. Estão todos convidadíssimos! O livro não possuiu nenhuma conotação religiosa, portanto todas as denominações de fé estão convidadas! Poesia, música e muito amor.




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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mudeza

Quase sempre o silêncio é mais poderosamente eloqüente do que qualquer discurso ou palavra proferida. Porém é muito difícil compreender e aceitar o silêncio dos outros. Percebo que percorrendo minha estrada de tentativas e erros, vou aprendendo a intuir o que a falta de som, ou voz, quer me dizer. A possibilidade de não querer ser escutado/a faz parte do inevitável processo de, quando em vez, não ter nada suficientemente bom ou importante a dizer, a oferecer. Porém espero que nessas lições da vida as pessoas percebam em meu corpo, em minha alma (em um ápice transcendental), ou simplesmente em meus olhos que, naquele momento, ou, para aquela pessoa, não há mais nada a falar, nada a ser dito. E o meu silêncio, ah o meu silêncio, estará definitivamente explicando tudo. Tudo.

"Quem poderá, em vão, calar seu coração?" 
(A voz do coração - Celso Fonseca e Ronaldo Bastos) 



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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

À indiana




Minha alma se desprendeu de mim e agora vaga perdida entre as ruas de Nova Delhi. Perdeu-se em um dia de chuva forte nos becos sujos do bairro de Saket. Percorreu as estradas perdidas do oriente e viu pessoas, vacas e lama. Olhou os deuses, as cores, as mesquitas e os templos. Esbarrou com os meninos sujos, quase negros, de sorrisos pobres, vendendo pedras fingindo serem obras de arte. Entrou nas favelas mais favelas que já tinha visto, e falou com as pessoas mais miseráveis e sorridentes que podia ter conhecido. Assistiu a um cortejo colorido e doloroso, onde os gritos e as dores podiam ser ouvidos até mesmo no Nirvana. Sentiu o calor fedorento de Lucknow, entrecortando as noites das ruas abarrotadas de gente que pareciam não saber o que fazer. Atravessou as terras arianas nos trilhos perigosos, em cubículos de ferro onde o sono morria de medo de dormir.  Espantou-se com as terras de Sarnat e suas obras eternas e místicas. Deu um olá ao Buda, sorriu e chorou. Minha alma se fragmentou nas terras de Goa, na praia de Vasco da Gama, onde palavras lusitanas se fizeram ouvir. Espalhou-se nas casas e famílias que conheceu. Impregnou-se do alimento com as mãos comida e que ainda se encontram nos dedos etéreos de suas membranas invisíveis. Apaixonou-se pelas mulheres cor de barro escuro, com suas manchas vermelhas nas testas, seus desenhos nas mãos e pés, seus brincos, colares e sáris. Encantou-se com os homens lânguidos e simpáticos que sempre levam as mãos aos céus e dizem sinceros “namastê”. Minha alma desgarrou-se de mim enquanto andava perdido sem saber aonde ir entre as avenidas e estações da cidade nova. Esgueirou-se em cada canto, cada aroma de sândalo que pode sentir nas calçadas estranhas que se colocavam aos olhos, aos meus olhos. E quando fui embora ela sequer se despediu de seu dono. Sumiu como um rato assustado e assim ficou, lá, com aquele povo estranho, de língua difícil de entender, de cultura tão distante que perguntamos se somos irmãos. Sim, somos. E desde então vago sem ela, sem alma, vazio, carrego minha tristeza para ver se encontro outra alma, uma nova, em algum outro lugar, que possa preencher minha dor, meus defeitos, minha covardia. Ando, às vezes, perseguindo aquele cheiro de agridoce que só tinha sentido naquele lugar, e que nunca mais encontrei, nunca mais. Distraio a atenção para encontrar nova alma que me possa encantar. Mas eu sei que um dia, um dia, volto à Índia para pegar aquela velha alma que deixei por lá. Ah volto.   


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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Dia do lançamento! (09/09/11)

Primeiramente gostaria de agradecer a todos os amigos, dos diferentes campos de minha vida, que foram me prestigiar no lançamento do meu primeiro livro, justamente o livro que é a continuação material deste blog: o "Palavras Sobre Qualquer Coisa",  pela Editora Multifoco. Blog este carinhosamente conhecido e reconhecido como PSQC. Agradeço também aos que, por diferentes motivos, não puderam comparecer, pelos pensamentos, palavras e energias positivas. Mais uma vez e para sempre: obrigado a todos! 

Foi uma noite linda, com música, poesia, leituras, dança, descontração, emoção, amizade e sobretudo... amor!

Aí vai alguns "pedaços" do amor  que rolou nesta noite tão especial!


























Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Lançamento do livro: "Palavras Sobre Qualquer Coisa".

Gente, é com muito orgulho que anuncio o lançamento do livro referente aos textos publicados neste modesto blog. O PSQC virou livro, e será lançado no dia 09/09/2011 (sexta-feira) às 18h na sede da Editora Multifoco, situada na Rua Mem de Sá, 126 - Lapa - Rio de Janeiro.

Conto com a presença de todos!

Besos e mais uma vez obrigado pelos olhos de todos os leitores que passaram por aqui, se entretendo com minhas muitas palavras ou só dando uma passada de olho. Nos vemos no lançamento! Até!







Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

terça-feira, 16 de agosto de 2011







As palavras me deram um tempo,
Deve ser porque estou vivendo.

Quando o espanto voltar,
Volto correndo pra cá!

Até logo.






quinta-feira, 30 de junho de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

NU

Numa noite dessas fiquei nu. Meu amor não gostou. Perguntei a ela, “Por quê? Pois ninguém me avistou?”. Mas como ser nu, se há milhões de coisas a me cobrir: panos, calçados, cabelos, feridas, partidas, pentelhos, dinheiros, perfumes… palavras perdidas. Fiquei nu ao luar para pegar a toalha. A toalha! Meu amor zangou e falou: “Nada de nu fora de casa!”. Amor, amor… o mais difícil é revelar a nudeza da alma e do espírito, libertar o corpo das amarras da vida e da morte, e vivificar as flores, as lágrimas, e a certeza que para ir e vir é só treinar o olhar, o olhar. Amor fique tranqüila, pois nem seu pai, sua mãe ou sua tia poderão, nu, haver de me encontrar. Só você! Amor, quero trocar a roupa para poder desfilar na passarela do sonho e estrear a nova moda da felicidade imperfeita que é poder respirar. Amor, amor vamos correr juntos pra rua, e pelados, peladinhos, como doidos querubins a berrar: “Nus, estamos nus, e é assim que vamos amar!”. Numa noite dessas…   
  



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Obvious Lounge: Palavras, Películas e Cidades

Obvious Lounge: Palavras, Películas e Cidades
Agora também estamos no incrível espaço de cultura colaborativa que é a Obvious. Lá faremos nossas digressões sobre literatura, cinema e a vida nas cidades. Ficaram curiosos? É só clicar na imagem e vocês irão direto para lá!

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Palavras Sobre Qualquer Coisa - O livro!

Palavras Sobre Qualquer Coisa - O livro!
Para efetuar a compra do livro no site da Multifoco, é só clicar na imagem! Ou para comprar comigo, com uma linda dedicatória, é só me escrever um email, que está aqui no blog. Besos.

O autor

Vinícius Silva é poeta, escritor e professor, não necessariamente nesta mesma ordem. Doutor em planejamento urbano pelo IPPUR/UFRJ, cientista social e mestre em sociologia e antropologia formado também pela UFRJ. Foi professor da UFJF, da FAEDUC (Faculdade de Duque de Caxias), da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) e atualmente é professor efetivo em sociologia do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Criou e administra o Blog PALAVRAS SOBRE QUALQUER COISA desde 2007, e em 2011 lançou o livro de mesmo nome pela Editora Multifoco. Possui o espaço literário "Palavras, Películas e Cidades" na plataforma Obvious Lounge. Já trabalhou em projetos de garantia de direitos humanos em ONG's como ISER, Instituto Promundo e Projeto Legal. Nascido em Nova Iguaçu, criado em Mesquita, morador de Belford Roxo. Lançou em 2015, pela Editora Kazuá, seu segundo livro de poesias: (in)contidos. Defensor e crítico do território conhecido como Baixada Fluminense.

O CULPADO OCUPANDO-SE DAS PALAVRAS

Contato

O email do blog: vinicius.fsilva@gmail.com

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